Se seu filho tem os comportamentos citados abaixo, tanto pela dislexia quanto pelo TDAH, procure ajuda, quanto antes ele for diagnosticado e tratado será melhor para a vida dele, da sua e do futuro dele.
Há artigos como o a seguir sobre o TDAH em escolas publicas brasileiras.
PREVALÊNCIA DE TDAH EM QUATRO
ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS
Rosiane da Silva Fontana1, Márcio Moacyr de Vasconcelos2,
Jairo Werner Jr.3, Fernanda Veiga de Góes4, Edson Ferreira Liberal5
RESUMO - Objetivo: Determinar a prevalência de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH)
em crianças de quatro escolas públicas brasileiras. Método: Estudo de prevalência. A população consistiu
em todos os alunos de 1a à 4a séries do ensino fundamental com idades entre 6 e 12 anos de quatro escolas
públicas (CIEPs). Na primeira etapa do estudo, os professores efetuaram triagem para TDAH utilizando os
critérios diagnósticos do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - IV Edição (DSM-IV). A
triagem resultou em dois grupos de crianças: suspeitos e não suspeitos. Na segunda etapa, os pais das
crianças suspeitas foram convidados a comparecerem à escola para entrevista com os pesquisadores e
preenchimento dos critérios diagnósticos de TDAH, anamnese e exame físico pediátrico e neurológico. Ao
final desta etapa, as crianças foram classificadas em “casos” de TDAH e crianças “indeterminadas” (crianças
que preenchiam parcialmente os critérios diagnósticos). Resultados: De uma população de 602 alunos,
461 fizeram parte do estudo. A prevalência de TDAH considerando o conjunto das 4 escolas foi 13%. A
proporção masculino: feminino foi 2:1. O subtipo de TDAH mais freqüente foi o misto com 61,7% dos casos.
Conclusão: A prevalência de TDAH nestes escolares brasileiros (13%) é mais elevada que a prevalência
tradicionalmente mencionada (3-5%). O sexo masculino foi mais acometido que o feminino e o subtipo
de TDAH mais prevalente foi o misto, ambos de acordo com estudos anteriores.
Então , há necessidade da avaliação psicopedagógica e do diagnóstico médico para que seu filho seja inserido na vida escolar com eficácia.
Nós estamos aqui para ajudá-lo, com intervençoes clínicas eficazes.
domingo, 17 de março de 2013
sábado, 28 de abril de 2012
Sinais de TDAH
Em adultos os sinais comumente observados de
desatenção aparecem da seguinte forma:
*
a pessoa comete erros por
puro descuido
*
mostra dificuldade em
atividades que exijam uma atenção prolongada
*
é desatenta com a fala
das
outras pessoas
*
é pouco persistente, não
completa tarefas.
*
apresenta um estilo de
vida
desorganizado, tem dificuldade, por exemplo, em controlar o talão de
cheques,
comumente paga contas com atraso, etc.
*
tem grande dificuldade de
estabelecer prioridades
*
costumeiramente perde, ou
não
sabe onde colocou, objetos ou pertences, como chaves, canetas, óculos,
etc.
*
desvia sua atenção do que
está fazendo por qualquer estímulo
*
muda freqüentemente de
uma
atividade para outra, quase sempre sem completar a anterior.
*
vive freqüentemente
atrasada
*
sofre a ocorrência de
“brancos” durante uma leitura, conversa ou conferência.
*
quando vai falar ou fazer
alguma coisa, se houver uma breve interrupção, já não se recorda mais
do que
ia dizer ou fazer.
Os traços de hiperatividade
comumente observados em crianças e adultos são os que se seguem:
está sempre mexendo
com os
pés ou as mãos[2]
não permanece sentado por
muito tempo
apresenta uma sensação
subjetiva constante de inquietação ou ansiedade
mostra necessidade de
estar
sempre ocupado com alguma coisa, com frequência está preocupado com
algum
problema seu ou de outra pessoa.
fala quase sem parar, e
tem
tendência a monopolizar as conversas. Nem sempre controla o voluma da
voz.
costuma fazer diversas
coisas
ao mesmo tempo, como, por exemplo, ler vários livros.
busca freqüentemente
situações novas ou estimulantes, muitas vezes que implicam risco.
sábado, 21 de abril de 2012
Transtono de déficit de atenção / hiperatividade
O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é uma
síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes,
apresentando critérios clínicos operacionais bem estabelecidos para o
seu diagnóstico. Modernamente, a síndrome é subdividida em três tipos
principais e apresenta uma alta taxa de comorbidades, em especial com
outros transtornos disruptivos do comportamento. O processo de avaliação
diagnóstica é abrangente, envolvendo necessariamente a coleta de dados
com os pais, com a criança e com a escola. O tratamento do TDAH envolve
uma abordagem múltipla, englobando intervenções psicossociais e
psicofarmacológicas, sendo o metilfenidato a medicação com maior
comprovação de eficácia neste transtorno.
fonte :http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44462000000600003&script=sci_arttext
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade
O que é o TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.
Existe mesmo o TDAH?
Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.
Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?
Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas idéias sobre todos os aspectos de um transtorno.
Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?
Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.
No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca
publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam
categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando
questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que
somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas
especializadas. Muitos escrevem livros ou têm sítios na Internet, mas
nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em
revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do
que dizem.
Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de
tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que
somente eles podem tratar de modo correto.
Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do
TDAH com medicamentos causa conseqüências terríveis. Quando a literatura
científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em
qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal
característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de
cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o
que dizem.
Fonte : http://www.tdah.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&layout=item&id=11&Itemid=116&lang=br
Dislexia
Entender como aprendemos e o porquê de muitas pessoas
inteligentes e, até, geniais experimentarem dificuldades
paralelas
em seu caminho diferencial do aprendizado, é desafio que a
Ciência
vem deslindando paulatinamente, em130 anos de pesquisas. E com o
avanço
tecnológico de nossos dias, com destaque ao apoio da técnica
de ressonância magnética funcional, as conquistas dos últimos
dez anos têm trazido respostas significativas sobre o que é
Dislexia.
A complexidade do entendimento do que é Dislexia,
está diretamente vinculada ao entendimento do ser humano: de
quem
somos; do que é Memória e Pensamento- Pensamento e Linguagem;
de como aprendemos e do por quê podemos encontrar facilidades
até
geniais, mescladas de dificuldades até básicas em nosso
processo individual de aprendizado. O maior problema para
assimilarmos
esta realidade está no conceito arcaico de que: "quem é
bom, é bom em tudo"; isto é, a pessoa, porque inteligente,
tem que saber tudo e ser habilidosa em tudo o que faz. Posição
equivocada que Howard Gardner aprofundou com excepcional
mestria, em suas
pesquisas e estudos registrados, especialmente, em sua obra
Inteligências
Múltiplas. Insight que ele transformou em pesquisa
cientificamente
comprovada, que o alçou à posição de um dos
maiores educadores de todos os tempos....
http://www.dislexia.com.br/
terça-feira, 17 de abril de 2012
Depressão infantil - cuidados
DEPRESSÃO
INFANTIL
O Transtorno Depressivo Infantil é um
transtorno do humor
capaz de comprometer o desenvolvimento da criança ou do
adolescente e
interferir com seu processo de maturidade psicológica e social.
São
diferentes as manifestações da depressão infantil e dos adultos,
possivelmente
devido ao processo de desenvolvimento que existem na
infância e adolescência.
A depressão foi considerada a principal doença
psiquiátrica do século, afetando aproximadamente oito milhões de
pessoas só na América do Norte (onde são feitas as principais
pesquisas). A morbidade da depressão se reflete no fato de que
os
adultos deprimidos são 20 vezes mais propensos a morrer de
acidentes ou
de suicídio do que adultos sem transtorno psiquiátrico.
Tanto os quadros de Distimia quanto de
Transtorno
Afetivo Bipolar, podem surgir pela primeira vez durante a
adolescência
e o reconhecimento precoce de um estado depressivo poderá ter
profundos
efeitos na futura evolução da doença.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/condicoes-associadas-ao-autismo-podem-atrapalhar-diagnostico-correto
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