terça-feira, 17 de abril de 2012
Depressão infantil - cuidados
Orientações para o TDAH
TDAH É UMA DOENÇA INVENTADA?
Seg, 09 de Agosto de 2010 20:28 Escrito por Dr. Paulo Mattos - ABDAsexta-feira, 13 de abril de 2012
Desenvolvimento do Trabalho Terapêutico e Sala de leitura
Bem,... como sabem tenho 2 atividades.
Numa sou professora de escola pública e orientadora de sala de leitura, e na outra sou psicoterapeuta e trabalho em consultório.
Minha postura nas duas atividades que exerço é estar sempre levando em conta a diferença de todas as pessoas, para não discriminar.
Tanto numa atividade, como na outra trabalho em forma de projetos. Como orientadora de sala de leitura,lanço projetos para lançar desafios e os alunos se desenvolverem. Nestes projetos levo em conta o que cada um está produzindo, sua interação com o grupo e sua aprendizagem, Isto faz com que cada um saiba da responsabilidade de se desenvolver e se envolver na aprendizagem. É um trabalho feito com grupos de desenvolvimento como orienta Vigotzky, em zonas proximais. Por exemplo: estou trabalhando com crianças de 1º ano ao 6 º ano.
No 1º ano lancei um projeto de desenvolver figura fundo, e o olhar para desenhos , meu objetivo era desenvolver um trabalho para que os levassem a serem estimulados a ler as ilustraçoes das histórias e começar a entender histórias através do desenho.
Fiz fichas de várias gravuras e de diversos ambientes, lugares, tudo que pudesse imaginar algo, eles escolheram para compartilhar com o grupo,
Depois de escolhida a gravura de sua preferência, cada criança ia falar de sua gravura, direcionar o olhar e assim, eu os estimulava a entender mais sobre a gravura.
Numa outra aula , pois tenho aulas com os alunos semanalmente começamos a ler livros sem texto, eles entenderam muito bem, que aquilo era uma história e que podia contar algo mais .
Dai partimos para pequenos livros com histórias curtas, trabalhei contos de fadas " chapeuzinho vermelho em linguagem de braille . Foi uma experiência e tanto.....
Aos poucos se houver interesse eu conto mais sobre o meu trabalho. pois sei que isto é inovador e está dentro do projeto ler e escrever implantado dentro da Prefeitura de São Paulo.
e no consultório eu conto numa outra ocasião , assim não cansa os leitores .
Quem quiser saber mais é só me perguntar,ok ?Estou disponível em responder e aprender com outras experiencias tb .
Este forum vai ser interessante... Um abraço a todas e todos
quinta-feira, 29 de março de 2012
Vamos comemorar Dia 02 de abril Dia Mundial do Autismo
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Jogos de tabuleiros ..... Brincadeira sadia....
Ensinar a jogar ....vamos nessa!!!
retirado de entrevista a SAAG brasil
http://www.saagbrasil.com.br/dicas_new11.html Eles estimulam a concentração, o raciocínio, o desenvolvimento cognitivo e ajudam as crianças a lidar com as frustrações.
Os jogos fazem parte do imaginário e da educação infantil, sejam eles no computador, no videogame e os tradicionais de tabuleiro, como xadrez, dama, ludo, gamão, entre outros. Estes últimos começam a interessar os pequenos a partir dos seis anos de idade, segundo a psicopedagoga Vania de Oliveira Simões*, que afirma: "antes disso, elas não estão preparadas para seguir regras e esperar a vez, por exemplo.”
A profissional explica também que as brincadeiras fazem parte do processo de desenvolvimento emocional das crianças, pois é a maneira que elas têm de soltar a imaginação, fantasiar, criar o seu mundo ideal.
Os jogos de tabuleiro, segundo Vania, ajudam a lidar com as frustrações (além de ter de esperar a vez, elas às vezes ganham, noutras perdem), colaboram com o processo de sociabilização e interação social, pois em alguns casos é preciso fazer trocas, aguardar uma rodada sem jogar etc.
“Estes passatempos também são importantes para estimular a paciência, a concentração, ensinar a respeitar o espaço de cada um e as diferenças", afirma a psicopedagoga
A agilidade de raciocínio também é estimulada. Em alguns, como na dama e no xadrez, a criação de estratégias de defesa são fundamentais para o sucesso das partidas. Além disso, é uma importante maneira de mostrar aos baixinhos como competir de forma honesta, vencer usando a cabeça e seguindo as normas estabelecidas.
“Por isso, é importante sempre ter algum adulto por perto, para averiguar se ninguém está burlando as regras ou passando os menores para trás. Se isso acontecer, é preciso intervir", diz Vania.
Para ela, os jogos de tabuleiro são muito eficientes no desenvolvimento cognitivo, devido à carga emocional e ao olho no olho. "Eles exigem que os jogadores organizem estratégias, tentem adivinhar as manobras do adversário, lidem com a frustração da derrota ou de um movimento equivocado".
Que tal incluir estes jogos na sua casa? Mesmo que seus filhos sejam menores de seis anos de idade, já dá para começar a familiarizá-los com alguns jogos, deixando-os brincar com as pedras do xadrez, por exemplo, mostrando os caminhos que cada uma pode fazer no jogo. E, no final, todos se divertem.
sábado, 27 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Ansiedade, o que é isto?
A ansiedade é um sinal de alerta, que permite ao indivíduo ficar atento a um perigo iminente e tomar as medidas necessárias para lidar com a ameaça. Portanto é um sentimento útil. Sem ela estaríamos vulneráveis aos perigos e ao desconhecido. É algo que está presente no desenvolvimento normal do ser humano, nas mudanças e nas experiências novas e inéditas. A ansiedade permite a um ator que estreará uma nova peça, ensaiar o suficiente para ter maior segurança e, conseqüentemente, menor ansiedade; ou então que um jovem se prepare demoradamente e até com vários detalhes irrelevantes para um encontro amoroso. Após algum tempo, a preparação para o encontro com uma antiga namorada se torna quase desnecessária, já que não há mais ansiedade.
A ansiedade pode surgir repentinamente, como no pânico, ou gradualmente, ao longo do tempo, que pode variar de minutos a dias. A duração da ansiedade pode variar de alguns segundos a anos e sua intensidade pode variar do muito leve ao gravíssimo. A ansiedade pode ser aumentada por um sentimento de vergonha: "Os outros notaram que estou nervoso". Alguns ficam surpresos ao notarem que os outros não perceberam sua ansiedade ou não notaram a sua intensidade.
A ansiedade normal é uma sensação difusa, desagradável, de apreensão, acompanhada por várias sensações físicas: mal estar epigástrico, aperto no tórax, palpitações, sudorese excessiva, cefaléia, súbita necessidade de evacuar, inquietação etc. Os padrões individuais físicos de ansiedade variam amplamente. Alguns indivíduos apresentam apenas sintomas cardiovasculares, outros apenas sintomas gastrintestinais, há aqueles que apresentam apenas sudorese excessiva. A sensação de ansiedade pode ser dividida em dois componentes:
- a consciência de sensações físicas, e
- a consciência de estar nervoso ou amedrontado.
A ansiedade anormal ou patológica é uma resposta inadequada a determinado estímulo, em virtude de sua intensidade ou duração. Diferentemente da ansiedade normal, a patológica paralisa o indivíduo, traz prejuízo ao seu bem estar e ao seu desempenho e não permite que ele se prepare e enfrente as situações ameaçadoras.

