terça-feira, 17 de abril de 2012

Depressão infantil - cuidados

 

 DEPRESSÃO INFANTIL
O Transtorno Depressivo Infantil é um transtorno do humor capaz de comprometer o desenvolvimento da criança ou do adolescente e interferir com seu processo de maturidade psicológica e social. São diferentes as manifestações da depressão infantil e dos adultos, possivelmente devido ao processo de desenvolvimento que existem na infância e adolescência.
A depressão foi considerada a principal doença psiquiátrica do século, afetando aproximadamente oito milhões de pessoas só na América do Norte (onde são feitas as principais pesquisas). A morbidade da depressão se reflete no fato de que os adultos deprimidos são 20 vezes mais propensos a morrer de acidentes ou de suicídio do que adultos sem transtorno psiquiátrico. 
Tanto os quadros de Distimia quanto de Transtorno Afetivo Bipolar, podem surgir pela primeira vez durante a adolescência e o reconhecimento precoce de um estado depressivo poderá ter profundos efeitos na futura evolução da doença.

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/condicoes-associadas-ao-autismo-podem-atrapalhar-diagnostico-correto

Orientações para o TDAH

TDAH É UMA DOENÇA INVENTADA?

Seg, 09 de Agosto de 2010 20:28 Escrito por Dr. Paulo Mattos - ABDA
    TDAH É UMA DOENÇA INVENTADA?
    Você certamente já leu ou ouviu em algum lugar que o TDAH “é uma doença inventada pelos laboratórios farmacêuticos” ou que é uma “medicalização” de comportamentos de indivíduos que são simplesmente diferentes dos demais. Então vamos aos fatos:
    1) O que hoje chamamos de TDAH é descrito por médicos desde o século XVIII (Alexander Crichton, em 1798), muito antes de existir qualquer tratamento medicamentoso. Não existia sequer aspirina... No inicio do século XX, aparece um artigo científico publicado numa das mais respeitadas revistas médicas até hoje, The Lancet, escrita por George Still (1902). A descrição de Still é quase idêntica a dos modernos manuais de diagnóstico, como o DSM-IV da Associação Americana de Psiquiatria. Se fosse uma doença “inventada” ou “mera conseqüência da vida moderna”, você acha que seria possível atravessar quase dois séculos com os mesmos sintomas?
    2) Os sintomas que compõem o TDAH são observados em diferentes culturas: no Brasil, nos EUA, na Índia, na China, na Nova Zelândia, no Canadá, em Israel, na Inglaterra, na África do Sul, no Irã... Já chega? Pois se fosse meramente um comportamento secundário ao modo como as crianças são educadas, ou ao seu meio sociocultural, como é possível que a descrição seja praticamente a mesma nestes locais tão diferentes?
    3) Se o TDAH fosse meramente “um jeito diferente de ser” e não um transtorno mental, por que os portadores, segundo os dados de pesquisas científicas, têm maior taxa de abandono escolar, reprovação, desemprego, divórcio e acidentes automobilísticos? Por que eles têm maior incidência de depressão, ansiedade e dependência de drogas?
    4) Se o TDAH fosse “uma invenção da indústria farmacêutica”, você esperaria que a Organização Mundial de Saúde – órgão internacional máximo nas questões relativas à saúde pública sem qualquer vinculação com a indústria farmacêutica – listaria o transtorno como parte dos diagnósticos da Classificação Internacional das Doenças não só na sua última versão (CID-10) como nas anteriores (CID-8 e CID-9)? Pois é, ele está lá no capítulo dos transtornos mentais – vide o site http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm
    5) Se o TDAH fosse secundário ao modo como os pais educam seus filhos, por que motivo as famílias biológicas de crianças com TDAH que foram adotadas têm prevalências (taxas) de TDAH bem maiores do que aquelas encontradas nas suas famílias adotivas? A única explicação possível: é um transtorno com forte participação genética.
    6) Quantos artigos científicos você acha que já foram publicados demonstrando alterações no funcionamento cerebral de portadores de TDAH? Mais de 200 (você leu certo). Vale também lembrar que os achados mais recentes e contundentes são oriundos de centros de pesquisa como o National Institute of Mental Health dos EUA impossibilitados de qualquer contato com a indústria farmacêutica. O fato de não termos uma alteração cerebral que seja “marca registrada” do TDAH não invalida nem a sua base neurobiológica, muito menos a sua existência. Se fosse assim, não existiria a Esquizofrenia, o Autismo, a Depressão, o Transtorno de Humor Bipolar entre outros, já que nenhum desses tem uma alteração que seja “marca registrada” da doença.

    sexta-feira, 13 de abril de 2012

    Desenvolvimento do Trabalho Terapêutico e Sala de leitura

    Bem,... como sabem tenho 2 atividades. 

    Numa sou professora de escola pública e orientadora de sala de leitura, e na outra sou psicoterapeuta e trabalho em consultório.
    Minha postura nas duas atividades que exerço é estar sempre levando em conta a diferença de todas as pessoas, para não discriminar.
    Tanto numa atividade, como na outra trabalho em forma de projetos. Como orientadora de sala de leitura,lanço projetos para lançar desafios e os alunos se desenvolverem. Nestes projetos levo em conta o que cada um está produzindo, sua interação com o grupo e sua aprendizagem, Isto faz com que cada um saiba da responsabilidade de se desenvolver e se envolver na aprendizagem. É um trabalho feito com grupos de desenvolvimento como orienta Vigotzky, em zonas proximais. Por exemplo: estou trabalhando com crianças de 1º ano ao 6 º ano.
    No 1º ano lancei um projeto de desenvolver figura fundo, e o olhar para desenhos , meu objetivo era desenvolver um trabalho para que os levassem a serem estimulados a ler as ilustraçoes das histórias e começar a entender histórias através do desenho.
    Fiz fichas de várias gravuras e de diversos ambientes, lugares, tudo que pudesse imaginar algo, eles escolheram para compartilhar com o grupo,
    Depois de escolhida a gravura de sua preferência, cada criança ia falar de sua gravura, direcionar o olhar e assim, eu os estimulava a entender mais sobre a gravura.
    Numa outra aula , pois tenho aulas com os alunos semanalmente começamos a ler livros sem texto, eles entenderam muito bem, que aquilo era uma história e que podia contar algo mais .
    Dai partimos para pequenos livros com histórias curtas, trabalhei contos de fadas " chapeuzinho vermelho em linguagem de braille . Foi uma experiência e tanto.....
    Aos poucos se houver interesse eu conto mais sobre o meu trabalho. pois sei que isto é inovador e está dentro do projeto ler e escrever implantado dentro da Prefeitura de São Paulo.
    e no consultório eu conto numa outra ocasião , assim não cansa os leitores .
    Quem quiser saber mais é só me perguntar,ok ?Estou disponível em responder e aprender com outras experiencias tb .
    Este forum vai ser interessante... Um abraço a todas e todos

    quinta-feira, 29 de março de 2012

    Vamos comemorar Dia 02 de abril Dia Mundial do Autismo

    http://www.revistaautismo.com.br/edic-o-1/brasil-e-destaque-no-dia-mundial-do-autismo-2-de-abril

    quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

    Jogos de tabuleiros ..... Brincadeira sadia....

    Ensinar a jogar ....vamos nessa!!!

    Os jogos de tabuleiro e seus ensinamentos
    retirado de entrevista a SAAG brasil
    http://www.saagbrasil.com.br/dicas_new11.html Eles estimulam a concentração, o raciocínio, o desenvolvimento cognitivo e ajudam as crianças a lidar com as frustrações.
    Os jogos fazem parte do imaginário e da educação infantil, sejam eles no computador, no videogame e os tradicionais de tabuleiro, como xadrez, dama, ludo, gamão, entre outros. Estes últimos começam a interessar os pequenos a partir dos seis anos de idade, segundo a psicopedagoga Vania de Oliveira Simões*, que afirma: "antes disso, elas não estão preparadas para seguir regras e esperar a vez, por exemplo.”

    A profissional explica também que as brincadeiras fazem parte do processo de desenvolvimento emocional das crianças, pois é a maneira que elas têm de soltar a imaginação, fantasiar, criar o seu mundo ideal.

    Os jogos de tabuleiro, segundo Vania, ajudam a lidar com as frustrações (além de ter de esperar a vez, elas às vezes ganham, noutras perdem), colaboram com o processo de sociabilização e interação social, pois em alguns casos é preciso fazer trocas, aguardar uma rodada sem jogar etc.

    “Estes passatempos também são importantes para estimular a paciência, a concentração, ensinar a respeitar o espaço de cada um e as diferenças", afirma a psicopedagoga

    A agilidade de raciocínio também é estimulada. Em alguns, como na dama e no xadrez, a criação de estratégias de defesa são fundamentais para o sucesso das partidas. Além disso, é uma importante maneira de mostrar aos baixinhos como competir de forma honesta, vencer usando a cabeça e seguindo as normas estabelecidas.

    “Por isso, é importante sempre ter algum adulto por perto, para averiguar se ninguém está burlando as regras ou passando os menores para trás. Se isso acontecer, é preciso intervir", diz Vania.

    Para ela, os jogos de tabuleiro são muito eficientes no desenvolvimento cognitivo, devido à carga emocional e ao olho no olho. "Eles exigem que os jogadores organizem estratégias, tentem adivinhar as manobras do adversário, lidem com a frustração da derrota ou de um movimento equivocado".

    Que tal incluir estes jogos na sua casa? Mesmo que seus filhos sejam menores de seis anos de idade, já dá para começar a familiarizá-los com alguns jogos, deixando-os brincar com as pedras do xadrez, por exemplo, mostrando os caminhos que cada uma pode fazer no jogo. E, no final, todos se divertem.

    sábado, 27 de agosto de 2011

    Brincadeira com seu filho - escolha a sua!

    http://delas.ig.com.br/filhos/brincadeiras/

    domingo, 31 de julho de 2011

    Ansiedade, o que é isto?

    O que é ansiedade ?

    A ansiedade é um sinal de alerta, que permite ao indivíduo ficar atento a um perigo iminente e tomar as medidas necessárias para lidar com a ameaça. Portanto é um sentimento útil. Sem ela estaríamos vulneráveis aos perigos e ao desconhecido. É algo que está presente no desenvolvimento normal do ser humano, nas mudanças e nas experiências novas e inéditas. A ansiedade permite a um ator que estreará uma nova peça, ensaiar o suficiente para ter maior segurança e, conseqüentemente, menor ansiedade; ou então que um jovem se prepare demoradamente e até com vários detalhes irrelevantes para um encontro amoroso. Após algum tempo, a preparação para o encontro com uma antiga namorada se torna quase desnecessária, já que não há mais ansiedade.

    [sobe]

    Como surge a ansiedade?

    A ansiedade pode surgir repentinamente, como no pânico, ou gradualmente, ao longo do tempo, que pode variar de minutos a dias. A duração da ansiedade pode variar de alguns segundos a anos e sua intensidade pode variar do muito leve ao gravíssimo. A ansiedade pode ser aumentada por um sentimento de vergonha: "Os outros notaram que estou nervoso". Alguns ficam surpresos ao notarem que os outros não perceberam sua ansiedade ou não notaram a sua intensidade.

    [sobe]

    Como é a ansiedade normal?

    A ansiedade normal é uma sensação difusa, desagradável, de apreensão, acompanhada por várias sensações físicas: mal estar epigástrico, aperto no tórax, palpitações, sudorese excessiva, cefaléia, súbita necessidade de evacuar, inquietação etc. Os padrões individuais físicos de ansiedade variam amplamente. Alguns indivíduos apresentam apenas sintomas cardiovasculares, outros apenas sintomas gastrintestinais, há aqueles que apresentam apenas sudorese excessiva. A sensação de ansiedade pode ser dividida em dois componentes:

    1. a consciência de sensações físicas, e
    2. a consciência de estar nervoso ou amedrontado.

    [sobe]

    Quando a ansiedade é anormal?

    A ansiedade anormal ou patológica é uma resposta inadequada a determinado estímulo, em virtude de sua intensidade ou duração. Diferentemente da ansiedade normal, a patológica paralisa o indivíduo, traz prejuízo ao seu bem estar e ao seu desempenho e não permite que ele se prepare e enfrente as situações ameaçadoras.